Fevereiro 21, 2012

"How your HR practices can jeopardize your tone at the top" an Article published on SCCE's Compliance & Ethics Professional publication

Usually when we read an article about practices that go against the ethics and compliance framework, we see examples coming from marketing and sales and finance departments. But what about other departments? Are they immune to non-compliance? Of course they are not. Why are we not reading more about non-compliance in other departments? Is it because it is easier for us to write about old or well-known examples? Or, is it because we fear to unveil the fact that many companies allow for unethical practices when those are deemed to be for a greater good (like making war to bring peace)?

I don’t plan to discuss the corporate ethics, for this is too complicated a subject for a small article. But, there are some HR practices that could undermine all your ethics and compliance efforts.

Practice 1: Performing background checks on future employees without their consent
Practice 2: Rewarding good results that are achieved with poor ethics and compliance practices
Practice 3: Creating a parallel control for your outstanding vacation days

Enjoy reading the article  here in this Google Docs link
(the article was originally published on the 04/2011 edition of SCCE's C&EP)

Cheers

Serpa

Janeiro 06, 2012

Vinda de longe!

Ela apareceu à porta.
Dele se aproximaria.
De onde vinha? Não se sabia.
Pele muito alva, olhos muitos negros. De onde vinha?
De algum lugar ela vinha.
Não de sua terra. Certeza tinha.
Ele perguntou. Dela nenhuma resposta tinha.
Mas ela vinha.

A ele era ela misteriosa.
Falava seu idioma. Se entendiam.
Muito bem o faziam.
Assim o pensava(m).
Falava seu idioma, não sua língua.
Ou falava ela sua língua?
Seria ele a falar outra?
Nunca se soube. A ela não perguntou.
Aceitou que seria outra.

Diferente em cor.
Diferente em odor. Que odor!
Doce. Inebriante. Diferente.
Mas a ele isso não era o relevante.
Internamente, onde era, de fato, diferente.
Seria ele o diferente?
Mútua é sempre a diferença.

Voltava ele a sua vila.
Voltava a seus amigos.
"Ela? Quem ela?" era o que lhe perguntavam seus amigos.
Não a viam?
Ou a viam, apenas não entendiam?
Seria ele de mente exagerante?
Ou sonhava incessante?
Não sabia.

Não sabia, pois sempre ela aparecia,
ou a ele parecia.
E sumia. Se vinha, se ia.
Em ciclos?
O do Sol seria?
O da Lua?
Não sabia.
Perguntava a seus amigos.
'Quem vinha?' Lhe devolviam.
'Sonha acordado o pobre'.

Partiu. Sumiu.
Se o ciclo do Sol fosse
De um Sol distante assumiu.

Em torno de seu Sol viajaria.
Ciclos e ciclos ele contaria
Se a contar estivesse.
Era um belo dia, ou uma noite seria?
Não importa, Um livro lia
Uma voz ouvia
Um pedido?
Uma mensagem?
Não sabia.
Mesmo sem saber respondia.
Então, tardia
Era ela que lhe sorria.
De longe sorria.
Seria ela? Longe demais parecia.
Ou apenas estrelas do céu que lhe cobria
A ele que dormia.

Nunca soube.
De onde ela vinha.
Ela?!
Ou era ele que de longe vinha?!


* um breve (mini mini)novellete, inspirado, em termos de enredo, nas pequenas estorias de Isaac Asimov (ele que me perdoe) e em um ritmo de algumas obras de, outro maestro, Fernando Pessoa (outro perdão requerido), uma pitada de Dostoyevsk (Irmãos Karamazov) e com inspiração estética de Wall-E (e sua E.V.E.).

** A idéia e linha principal, escondida nas voltas do pequeno texto, é que sim ela existia, mas o visitava de um outro planeta. Um planeta que poderia ser o dele. Uma parábola, ou analogia, para nossa busca pelo igual, pelo comum, pelo "aceitável". Busca essa que pode estar maquiada no vontade de "pertencer", o que nos faz buscar o "igual" que é artificial. O que, de fato, queremos? Nesse mundo capitalista é ter dinheiro. Mas é isso que, realmente, queremos ou apenas buscamos o que de nós se espera querer, e tudo isso nos leva a achar estranho querer, ou gostar, de algo diferente da norma? E, com isso, acharmos que somos nós os loucos, deslocados que "a" vemos quando ninguém mais "a" vê. E que nos convencemos que "ela" não existe? "Ele" é você que lê o texto. "Ela" é aquilo que queres, mas que foge da norma!!! Para pensar ........

Janeiro 04, 2012

"The Simplest Possible Code of Conduct for Employees" a featured article on SCCE's - Compliance and Ethics Professional Publication

Um artigo que discute que é sim possível escrever um código de conduta que seja ao mesmo tempo simples o suficiente para ser entendido, curto o suficiente para ser lembrado e que seja válido em todas as possíveis situações em que um colaborador/ funcionário de uma empresa se encontre.

O artigo traz uma resposta de três bullets para o desafio acima. Resposta essa baseada nas três leis da robótica do mestre da ficção científica ('Eu, Robô', 'O Homem Bicentenário') e um fellow-Mensan Isaac Asimov.

Também discuto que

- Complicar demais o assunto compliance e ética é desnecessário
- Que códigos de compliance e ética podem, e devem, ser simples
- Que quanto mais simples um código é, melhor ele atinge os objetivos
- É sim possível escrever um código que seja válido SEMPRE
- E que as leis descritas no artigo são uma solução perfeita


Espero que apreciem a leitura seguindo o link para o Google Docs

Abraços a todos

Serpa

English Article Highlights::

Overselling or overcomplicating compliance and ethics is not needed
Compliance related codes can, and must, be simple to understand
The simpler a conduct-related code is, the better it works
It’s possible to write codes valid for all possible situations
The laws devised here are a flawless solution

Janeiro 01, 2012

As Três Leis da Robótica, as Empresas e o Amor



O grande mestre da ficção científica, e praticamente o criador da ficção científica moderna, Isaac Asimov, um nobre colega de Mensa, cunhou as três leis da robótica, as quais reproduzo a seguir**:
  • 1ª lei: Um robô não pode ferir um ser humano ou, por omissão, permitir que um ser humano sofra algum mal.
  • 2ª lei: Um robô deve obedecer as ordens que lhe sejam dadas por seres humanos, exceto nos casos em que tais ordens contrariem a Primeira Lei.
  • 3ª lei: Um robô deve proteger sua própria existência desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira ou a Segunda Lei.
E daí? Você me pergunta. Respondo então: Daí que temos um dos melhores exemplos de que com simplicidade pode-se chegar ao controle absoluto de assuntos de extrema complexidade. A simplicidade que falta no mundo de hoje, a beleza do simples que vem sendo buscado por todos os ramos do conhecimento humano. Um bom exemplo dessa busca é o uso de "enxames" de robôs simples, com cérebros simples que simulam o comportamento de insetos sociais, que conseguem, por meio da colaboração, atingir resultados complexos.

E, nesse espírito, podemos ver que uma das aplicações potenciais da simplicidade das três leis e a substituição de volumes gigantescos de políticas, normas e procedimentos por "três leis do funcionário", que seriam as seguintes:
  • 1ª lei: Um Funcionário não pode ferir a Empresa ou, por omissão, permitir que a Empresa sofra algum mal.
  • 2ª lei: Um Funcionário deve obedecer as ordens que lhe sejam dadas pela Empresa (seus representantes), exceto nos casos em que tais ordens contrariem a Primeira Lei.
  • 3ª lei: Um Funcionário deve proteger sua própria existência (emprego) desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira ou a Segunda Lei.
Reflita na simplicidade do exposto acima e busque uma situação em que as três leis do funcionário não serviriam para substituir uma política corporativa.

E não paremos por aí, apliquemos as mesmas leis ao assunto mais complexo que existe para os seres humanos .... o Amor.

Veja como ficaria:
  • 1ª lei: Um apaixonado não pode ferir a pessoa amada ou, por omissão, permitir que a pessoa amada sofra algum mal.
  • 2ª lei: Um apaixonado deve obedecer as ordens que lhe sejam dadas pela pessoa amada (ou satisfazer-lhe os desejos), exceto nos casos em que tais ordens (ou desejos) contrariem a Primeira Lei.
  • 3ª lei: Um apaixonado deve proteger seus próprios sentimentos desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira ou a Segunda Lei.
Claro que há um descompasso aqui na terceira lei, que coloca os sentimentos do outro num nível superior aos seus, mas quem sou eu para querer simplificar o amor ........


* Se você assisitu a "Eu, Robô" então você conhece o trabalho de Isaac Asimov.
** No original em inglês: 
  • 1st law: A robot may not injure a human being or, through inaction, allow a human being to come to harm.
  • 2nd law: A robot must obey any orders given to it by human beings, except where such orders would conflict with the First Law.
  • 3rd law: A robot must protect its own existence as long as such protection does not conflict with the First or Second Law.

Dezembro 12, 2011

A Fábula das Galinhas Poedeiras

"Estavam todas lá naquele galpão enorme. Enfileiradas, empilhadas, cada uma em seu ninho de dois por dois (dois palmos por dois palmos). Concentradas de forma natural naquela tarefa que lhes era comum, pois a descrição de suas atividades não poderia ser mais simples.

Uma vocação natural as unia na sua individualidade e as fazia trabalhar de forma produtiva, gerando resultados que não apenas satisfaziam o chefe, mas também geravam aquele sorriso em seu rosto.

Eram milhares delas, brancas, com cristas de um vermelho-róseo e o tom geral era de um co-có alegre.

Beckie era a mais trabalhadora, botava seus ovos sem esmorecer, se concentrava e .... 'pop', lá ia seu ovo pela calha. Feliz com o trabalho feito, se parabenizava silenciosamente e se concentrava em descansar, comer e se preparar para a próxima rodada, pois ela era a campeã, não havia um dia em que Beckie não contabilizava dois ovos para o todo da equipe. Porém, se alguém passasse por Beckie, não se demoraria mais que o esperado instante em contemplar aquela galinha branca, comum, que, aparentemente, nada tinha de especial. Aquela galinha que trabalhava todos os dias sem nenhuma pompa, comendo sua ração, tomando sua água, dormindo quando possível.

Mas ao lado de Beckie estava Martha, a galinha mais pomposa de todas. Grande, bem emplumada, de longas patas, bico reluzente, crista com cores com a qual somente os galos mais bem crescidos podiam competir em beleza.

Martha era a atração do galpão. Cacarejava como se fosse uma diva da música ao menos três vezes ao dia. Não havia quem não a enxergasse ao dar o primeiro passo após a grande porta do galpão. O dono da granja não conseguia passar um dia que fosse sem ir pessoalmente garantir que Martha havia recebido a melhor das rações, pois uma galinha bela como Martha, que cacarejava três vezes ao dia, havia de ser a melhor poedeira do galpão. E como a campeão deveria ter seus louros (em forma de ração).

Era um dia ensolarado e agradável quando o dono da granja resolveu que Martha ficaria em um lugar especial. Uma espécie de trono envidraçado, onde seu ninho seria colocado como exemplo às demais galinhas que deveriam aprender como era possível botar três ovos ao dia. Tinha ela a melhor das melhores rações, a água mais límpida, a palha da melhor grife, tudo para mostrar às outras como era melhor ser a melhor, esperando que assim todas desejassem aquela posição de melhor poedeira, gerando um aumento na produção total da granja.

Passou-se um dia. Nada. O que haveria ocorrido? Será um problema de adaptação à nova posição? Esperemos. Dois dias. Três dias. Nada ainda. Ou melhor, nada de ovos, mas a pompa continuava. Uma semana e nada. Pompa não enche barriga ou bolso, sabia muito bem o dono da granja.

Mas se por um lado Martha cantava sem botar, o que era uma pena do ponto de vista 'oval', por outro lado ela era sim a mais bela, pomposa, rechonchuda e, aparentemente, saborosa das galinhas.

Seu pescoço se foi e uma bela caldeirada de galinha a cabidela serviu os convivas do dono da granja. E Beckie se pôs a cacarejar. Um pouco apenas, pois não era de seu feitio cacarejar demais, afinal tinha que botar seus dois ovos diários e manter sua produtividade de 200% da média."

Moral da estória:: Como trabalhadores somos como as galinhas poedeiras. Não adianta nada sermos ótimos e mais produtivos que os outros, se não fazemos um pouquinho de barulho chamando à atenção para nossos feitos. Muito menos devemos fazer barulho demais por um trabalho que não fazemos, nos suportando no trabalho alheio, pois um dia seremos colocados em uma posição de destaque, onde nossa falta de capacidade se tornará evidente a todos e poderemos perder a cabeça.

Ou seja:: Cacarejar é preciso, mas antes dê uma olhadinha na palha para ter certeza de que o ovo está lá!

Agosto 02, 2011

Se a Vida te der um Limão e outros ditados adaptados ....

"A job is not just a job. If you wanna change who you are, you have to change what you do."
- 'Repo Man (2010)'


There is always a bright side for everything. For instance, when you think you screwed up big time, the bright side is that it might be you are absolutely right in your thinking!
- A. Serpa


A vida é como um videogame, mas não um Call of Duty que tem um objetivo final. Está mais para Farmville que não tem objetivo nenhum a não ser continuar e continuar....
- A. Serpa


Teoria é quando tudo se sabe, mas nada funciona.
Prática é quando tudo funciona, mas ninguém sabe o porquê.
Eu uno a teoria e a prática. Comigo nada funciona e ninguém sabe o porquê!

- Autor Desconhecido


"Errar é humano." Descobrir em quem botar a culpa é Gestão de Projetos.....
- A. Serpa


‎"Osmar" não é nome, no máximo erro de concordância nominal.....
- Autor Desconhecido



‎"Desgraça pouca é bobagem" já dizia o dono da funerária
- A. Serpa


Já dizia o ditado "quando um não quer, dois não brigam" mas fez-se então o bullying e o ditado fez-se obsoleto.....
- A. Serpa


"A vida é um monte de merda, se curtir direitinho vira adubo e cria mais vida.
Se não cuidar direito fede e não serve pra nada"
- A. Serpa


"'Por que aquilo que perdes está sempre no último lugar em que procuras?'.... porque se você continuar procurando depois de acha-lo, és uma besta."
- A. Serpa


"Eu não sou narigudo, é o resto do meu corpo que é proporcionalmente pequeno."
- A. Serpa



"Em rio que tem piranha, jacaré nada de camisinha"
- Autor Desconhecido


"Quando a vida fecha uma porta ela abre uma janela! O chato é que às vezes é uma janela lá no décimo quinto andar."
- A. Serpa


"De um peixe a um homem e ele comerá por um dia.
Ensine-o a pescar e ele mentirá para sempre."
- A. Serpa


Ah, a luz no fim do túnel..... Corraaaa! É o trem!!!!!
- A. Serpa


Quando você pensa que nada mais pode dar errado, pense novamente. Se estás pensando é porque estás vivo, de forma que algo mais pode sim dar errado. Você pode morrer!
- A. Serpa






"Agua mole em pedra dura, tanto bate até que chega a conta d'água e você fecha a torneira."
- A. Serpa


"Aquilo que não te mata, só te deixa mais forte .... ou te deixa com sequelas graves...."
- A. Serpa


"Há males que vem para o bem! Mas a maioria deles só vem para te f***r mesmo...."
- A. Serpa


"Quando a vida te der um limao, faça uma limonada. Mas e se ela jogar o limão com toda a força na sua cabeça, que além de te derrubar o limão quica para fora do alcance..."
- A. Serpa


"Se a vida te der uma limão. Agradeça!
Poderia ter sido uma jaca ...."
- A. Serpa


"Quando a vida te der um limão (versão gourmet), coloque-o com sal grosso numa jarra, deixe curtir, depois use-o para cozinhar um belo tajine de cordeiro com grão-de-bico."
- A. Serpa


"Quando a vida te der um limão, largue de frescura e mande-a logo tomar no c*"
- A. Serpa


"Quando a vida te der um limão, corte-o ao meio e esprema no leite dela para talhar tudo."
- A. Serpa


"Quando a vida te der um limão, guarde-o e na primeira oportunidade coloque-o bem ao lado da cama dela, com sorte ela toma um puta tombo e quebra o fêmur."
- A. Serpa


"Quando a vida te der um limão, corte-o ao meio e esprema com bastante força nos olhos dela!"
- A. Serpa



"Quando a vida te der um limão, seja educado e faça como sua mãe te ensinou: Agradeça mas diga que não pode aceitar coisas de estranhos."
- A. Serpa






Julho 26, 2011

Envelhecendo com os reflexos melhorando, pode Arnaldo?

Estou eu à beira dos quarenta, uma barreira atualmente mais psicológica que, de fato, física. Algumas preocupações dos velhos mais antigos já não são mais preocupações para a nossa geração de velhos. Afinal de contas depois do sildenafil ninguém mais se preocupa em ficar broxa; a preocupação com a sacanagem dos amigos por causa do exame de próstata já é mouca, pois todos os amigos já o fizeram, ou o farão em breve (o plano de saúde com checkup da empresa obriga, e quem tem telhado de vidro não joga pedra para cima); a morte ainda está longe, pois já esperamos viver razoavelmente bem até os oitenta etceteras etceteras ....

Mas apesar de estar à beira dos quarenta, algo me intriga, algo que não faz sentido nenhum, algo inversamente proporcional ao que deveria ser .... meus reflexos hoje estão melhores que os mesmos reflexos quando eu tinha meus vinte anos de idade.

É verdade. Tenho me assustado como consigo rapidamente catar em meia queda aquele shampoo que derrubei no banho. Consigo rapidamente pegar aquele naco de comida que escapou no meio do caminho até a boca. Até consigo antecipar a posição da bola de futebol que vem em minha direção (algo que quem me conheceu aos vinte sabe ser muuuuuito improvável).

Não posso esconder que fiquei orgulhoso de mim mesmo. Consegui explicar essa melhora improvável com base no fato de que hoje faço muito mais exercícios do que fazia aos vinte. Também, por conta da minha maior 'experiência de vida' tenho mais calma para me atentar ao que se passa a meu redor (não, não sarei do meu transtorno com déficit de atenção e hiperatividade, continuo o mesmo esquilinho inquieto). E não posso deixar de citar que sendo ex-auditor e atualmente Compliance Officer, tenho que ficar muito mais atento aos potenciais acidentes nem tão acidentais assim que eu possa vir a sofrer (quem tem tem medo, já dizia o ditado popular).

MAAAAS, quem me conhece sabe que eu sou um cara lógico. Se algo não faz sentido, então, muito provavelmente, algo está errado, você só precisa saber onde procurar. É como quando você nunca foi o cara mais paquerado da turma, mas a mina mais gata da balada está dando mole para você ..... não tem mágica, não faz sentido, e se você chegar mais perto vais perceber que o pomo de adão dela é maior que o seu ....

Então, se não faz sentido, resolvi procurar a resposta correta, e pasmem, a encontrei ...... não são os reflexos que estão melhores, é a memória que está pior e me prega peças me fazendo achar que o reflexo há vinte anos era pior ....